A experiência de ler uma VOGUE inteira

Scroll down to content

Após uma interessante experiência de ler uma revista inteira, decidi repetir o feito, mas agora com a revista VOGUE (edição Dezembro 2017) – e mais uma vez, isso não é patrocinado (apesar que eu iria amar se a Vogue quisesse me patrocinar).

E aqui estão as considerações da experiência dessa vez:

– 32 páginas de propaganda no início – por um momento você até pensa que só vai ter fotos (e que fotos! Toda a arte envolvida com a foto, escolha de cenário, detalhes, cores, roupas, modelos, iluminação, tudo, é lindo demais).

– Sinto que li toda a revista no índice.

– eu adoro acompanhar o MET GALA, que é o baile organizado pelo Metropolitan Museum of Art – leiam “acompanhar” como ver as fotos e adorar ou odiar os looks das celebridades. Porém, não fazia ideia que o dress code do evento é sempre de acordo com a pauta da exposição anual da Costume Institute. Esse ano será Heavenly Bodies: fashion and the catholic imagination, ou seja, explorar a relação da moda com o catolicismo. Bem curiosa para ver os looks “sagrados”.

– da série indicações-de-livros-me-perseguem: “The Vanity Fair diaries” da Tina Brown, que conta sobre o seu período à frente da revista de mesmo nome.

– eu me sinto muito parte da comunidade fashion com os updates sobre marcas, estilistas e suas coleções, modelos e fotógrafos.

– como é última edição do ano de 2017, é claro que tem uma lista dos mais elegantes.

– estou para ver uma Vogue que não jogue Gisele Bündchen na minha cara, ela é rainha mesmo.

– mais 14 páginas de propagandas.

– Prada está incorporando mais arte em sua nova coleção, convidando artistas para contribuir com ilustrações, impressões e até quadrinhos.

– especialistas fazem previsão para o futuro; saltos muito altos irão sair de moda.

– dica: estampas de zebra e listras coloridas para disfarçar as olheiras.

– mais livros! O novo da chilena Isabel Allende “Muito além do inverno” e a biografia de “Leonardo Da Vinci” de Walter Isaacson.

– conheci um pouco mais sobre um dos maiores gênios da alta costura, Azzedine Alaia, que tinha todas as suas criações feitas por ele mesmo enquanto assistia filmes antigos e documentários do National Geographic sobre a vida animal (um dos seus sonhos, by the way, era ser uma pantera). Ele também costumava desfilar suas coleções fora do calendário oficial.

– uma coisa que eu não sabia e amei saber: a palavra filantropia vem do grego e significa amor à humanidade (e detalhe legal: o Brasil estava em 79º lugar em 2017 no ranking de World Giving Index que abrange 139 países).

– anotem isso para vocês também: um novo destino de viagem! A Pousada Picinguaba, perto de Paraty e a Fazenda Catuçaba (que é recomendada para uma conexão com a natureza). De nada.

– senti que estava em um curso the flash sobre moda e influências, e toda a movimentação do mercado da moda no país.

Voguegirl

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: